PATER NOSTER a Jarbas Martins

Poema de J. Medeiros

O pão nosso de cada dia;
dai vossas mãos,
silenciar eterno.

o amor provido nada
onde o verbo se fez carne;
inanimado Ser.

a luz advinda das trevas,
descortinando horizonte;
sombrios montes.

a paz que toca corações,
trovejam flores nos céus
e as folhas da relva,
dissipam-se sorriso.

Vila Nova Jerusalem 1993

J. Medeiros

Sou artista visual, fiz várias exposições individuais e coletivas, já participei de salões, palestras, seminários, whorshop, projetos culturais, oficinas de arte, intervenções urbana e etc... Escrevi um livro de poemas "Agonia" que é mais pessoal que poético e gosto do portugues escrito de forma simples onde pessoas com menos formação acadêmica tenham condição de ler e entender. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 6 comentários para esta postagem
  1. Edjane Linhares 7 de dezembro de 2011 20:27

    Parabéns, Jota, pelo poema, livro e natalício (apesar de insistir no número de sorte 8).Beijos.

  2. Rosinha Tavares 16 de novembro de 2011 21:06

    Jotinha, saudades das nossas domingueiras gastronômicas em Ponta Negra. Vou descobrir que você também canta, Mirabô também sabe dessa. Venha à Areia Branca comer cirigado, tomar sorvete de coco e conversar mole. Beijos.

  3. Anchieta Rolim 16 de novembro de 2011 18:14

    …a paz que toca corações, trovejam flores nos céus… É isso aí J. Medeiros, beleza de poesia! Parabéns meu irmão!

  4. Jóis Alberto 16 de novembro de 2011 15:42

    Valeu, Anchieta Rolim! Ótimo ler poema de J. Medeiros, ele que tem uma produção maior na poesia visual, videoarte e outras manifestações artísticas das poéticas contemporâneas.

    Abraços fraternais!

  5. Jarbas Martins 16 de novembro de 2011 13:34

    salve, J.Medeiros. irmão e companheiro de tantas jornadas !

  6. Anchieta Rolim 16 de novembro de 2011 10:04

    Falei pra J. Medeiros a respeito do comentário de Jarbas Martins ao belo poema (FRONT) de Jóis Alberto, então ele leu pra mim PATER NOSTER; outro belo poema. Logo perguntei se ele queria publicá-lo no SP. Ele concordou e pediu para dedicá-lo ao poeta que ele tanto admira.

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