PATER NOSTER a Jarbas Martins

Poema de J. Medeiros

O pão nosso de cada dia;
dai vossas mãos,
silenciar eterno.

o amor provido nada
onde o verbo se fez carne;
inanimado Ser.

a luz advinda das trevas,
descortinando horizonte;
sombrios montes.

a paz que toca corações,
trovejam flores nos céus
e as folhas da relva,
dissipam-se sorriso.

Vila Nova Jerusalem 1993

J. Medeiros

Sou artista visual, fiz várias exposições individuais e coletivas, já participei de salões, palestras, seminários, whorshop, projetos culturais, oficinas de arte, intervenções urbana e etc... Escrevi um livro de poemas "Agonia" que é mais pessoal que poético e gosto do portugues escrito de forma simples onde pessoas com menos formação acadêmica tenham condição de ler e entender. [ Ver todos os artigos ]

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