Pensar se Potiguar

Bela revista. Papel Couchê. Formato grande com um extenso conteúdo abarcando séculos. O cânone bem posto e bem representado. Novidade: nenhuma. Todo o conteúdo está aqui nessas “estantes-santuário”. Detesto o bem estabelecido. Penso logo não existo. Provavelmente será esse o cânone daqui a cem anos. Nenhum erro com esse colégio eleitoral. Nenhum espaço para essa ruína. Feliz, sim, de ser potiguar poder mostrar uma revista desse nível apesar do preço alto: quarenta reais.

Perigo Iminente? Nenhum com esse cânone. Faltam os restos do banquete. Faltam as migalhas. Impressiona a abrangência e a falta. Muito próprio de fazer um tipo de história canônica. Poucos Rascunhos. Louvo a matéria da grande Lydia Brasileira de Brito e seu teatro de mamulengos. Umas das poucas matérias não convencionais de um “pensar se potiguar”. Próprio de grupos. Num mundo de um certo conformismo e de manutenção Do estabelecido.

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