Pesquisas estavam “fora do foco”

O neurocientista Miguel Nicolelis deu a sua versão sobre a saída de oito pesquisadores da UFRN do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, em entrevista coletiva realizada ontem à tarde.

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Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. Daniel Dantas 30 de julho de 2011 10:47

    Marcos foi preciso.
    Aí reside o problema. Mas suspeito do carater de quem percebe isso – que é certo – e sai atirando para gerar um escândalo e corromper a reputação de quem foi colaborador mais de dez anos.

  2. João da Mata 29 de julho de 2011 12:38

    Brigas entre grupos sempre existiram
    Brigas por projetos e alunos também
    A UFRN não era a terra de ninguém
    Quando Nicolelis aqui chegou com o
    Genesis: . Eu faço. Eu Fiz. E Vocês
    Todos devem me acompanhar nesse
    Projeto que vai salvar o Nordeste.

  3. Marcos Silva 29 de julho de 2011 12:28

    Esse tema envolve uma questão muito ampla, pouco discutida, que aparece mais claramente na entrevista de Sidarta: regras nas relações entre o espaço público e o espaço privado, que envolvem aplicações de recursos públicos e apropriação privada de resultados, na maior parte dos casos. Miguel fala abertamente dentro da lógica de uma instituição privada. No caso de Sidarta, o interesse de instituição pública prevalece.
    O que está em jogo, aparentemente, não é a qualidade do trabalho de ninguém. O problema é de projeto – que fazer com o dinheiro público, aplicado em instituições públicas e também em instituições privadas?
    A vantagem do debate está sendo esclarecer mais essas questões. ONGs e similares podem fazer muitas coisas (e têm feito!) mas o espaço público não pode ser tratado como menor. A universidade pública exige respeito de todos, sim.

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