Pílulas para o Silêncio (Parte CIV)

Nada foi dito, mas tudo ficou muito bem esclarecido.

Nos olhos, lá estava a verdade, impressa em incunábulos de dor e em tintas de sangue.

***

Quando o dia nasceu, o amor já estava morto e enterrado na cova do silêncio da omissão.

***

Noutra dimensão, a tradução poderia ser outra. Na rotina de hoje, a universalidade inaudita da injustiça.

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Os hipócritas e vis adoram se acobertarem sob o manto sujo e roto do mal-entendido.

Comentários

There is 1 comment for this article
  1. Raí Lopes 5 de dezembro de 2016 10:02

    Tiro o chapéu, Clauder…

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