Poesia obscena no acervo Tinhorão

Por Fabio Frohwein de Salles Moniz

Pouquíssimas pessoas já ouviram falar em Laurindo Rabelo, mas é provável que muitas conheçam os versos: “No cume da minha serra/ Eu plantei uma roseira,/ Quanto mais as rosas brotam/ Tanto mais o cume cheira.” Essa singela quadrinha abre o famoso poema escatológico “As rosas do cume”, que fez sucesso nos saraus literários do século XIX e foi atribuído ao poeta fluminense Laurindo José da Silva Rabelo (1826-1864). Falcão, rei da música brega contemporânea, gravou uma versão do poema no álbum Do penico à bomba atômica (2000), com o título “No cume”, cuja autoria é atribuída erroneamente ao próprio intérprete e a Plautus Cunha.

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