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Poeta KALLIANE AMORIM: Arbítrio

Arbítrio

Quantas ruas
ouvirão o som dos meus passos?

Quantos telhados
acordarão sobre os meus olhos ?

Quantas palavras
dormirão à minha espera?

Vivo morrendo
de não ser
sendo.

(Kalliane Amorim)

 

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