Pop e experimental

“A música brasileira contemporânea, com diversidade e grandes novidades, fecha o ano em alta no quesito criatividade, e confirma a tendência de reviravolta dos anos terminados em 9. Contrariando as tão faladas previsões do “fim do CD”, do “fim da canção” e da predominância de faixas avulsas, na era do MP3 alguns compositores e cantores continuam realizando interessantes trabalhos conceituais/temáticos, como foi o caso de Arnaldo Antunes (iê-iê-iê), Erasmo Carlos (rock”n”roll), Ney Matogrosso e o grupo Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta (sobre o amor), Ná Ozzetti – foto (tributo a Carmen Miranda), Romulo Fróes (neotropicalismo), Ed Motta (soul-funk setentista), Nando Reis (relações familiares), o estreante Rodrigo Campos (memória de São Mateus em forma de samba) e Caetano Veloso (com foco no lado sombrio do Rio)”

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