Por que temer o espírito revolucionário árabe?

Por Slavoj Žižek

O que não pode senão saltar aos olhos nas revoltas na Tunísia e no Egito é a conspícua ausência do fundamentalismo muçulmano.

aqui

Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. Lívio Oliveira 2 de fevereiro de 2011 9:23

    Ah! E adorei um comentário que li ali:

    “O Zizek é um desses pensadores que não param, não se cansam e não têm medo de exposição. É importante lê-lo pois, independente de acertar ou não nas conclusões, ele sempre traz uma luz ao debate.”

    Que bom seria se todos tivessem esse mesmo tipo de pensamento arejado do(a) comentador(a) de Zizek.

  2. Lívio Oliveira 2 de fevereiro de 2011 9:12

    O mais belo momento histórico desse início do século XXI. Uma revolução clássica, construída nas ruas.

  3. Carlos de Bragança da Silva 1 de fevereiro de 2011 21:40

    Uma coisa todos podemos ter certeza, Mubarak é o maior algoz do povo Palestino, que hoje vive confinado em um campo de concentração (faixa de Gaza), por que Mubarak é o maior apoiador, na história recente do povo Arábe, do Estado de israel que toma à força as terras Palestinas. Toda luta de libertação da Palestina é sabotada por Mubarak, que recebe de Israel uma ajuda de mais de 4,0 bilhões de doláres por ano. Com a queda desse sangrento violador dos direitos humanos, Israel será obrigado a sair da sua arrogância e sentar na mesa de negociação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo