Posts da 1ª versão do SP (29/06/2007 – 10/03/2009)

Nicolau Chiavenato

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Comentários

Há 16 comentários para esta postagem
  1. Lívio Oliveira 31 de outubro de 2012 11:05

    Lembre-se, ainda, que Itajubá, há mais de 100 anos, também circulava pelas “fazendolas” do Barro Vermelho, participando de lundus, bailes e outras festas, em companhia de Gothardo Neto.

  2. Lívio Oliveira 31 de outubro de 2012 11:02

    Por essa lição (desconhecia essa história) e outras, Jarbas, é que o meu respeito por vc é crescente. Claro que existem polêmicas em torno da questão SW. Mas, algo não se contesta: o valor histórico que teve para a nossa poesia, nossas letras. Ademais, nos poetas “menores” aprecio justamente os seus aspectos marginais e sua força inexplicável. Alguns já consideraram Ferreira Itajubá menor e cheio de equívocos. Como responder a questões tão difíceis? Assim é que aumenta a minha necessidade de investigação. E começo pelos princípios históricos para poder chegar a uma visão global, circular e contemporânea. Meus esforços estão somente no começo. Inclusive, com base nesse meu amontoado de dúvidas, é que vou, também, avançando nos meus atrevimentos poéticos. Sei que também sou um poeta menor, mas tento. Tanto..

  3. Jarbas Martins 31 de outubro de 2012 10:39

    Decisão certa, poeta Lívio. Jorge Luís Bonges decidiu-se, nos inícios de sua carreita como poeta e ensaísta, a falar de Evaristo Carriego, um poeta considerado menor. A mãe perguntou por que ele não escolhera nomes renomados da poesia argentina.A resposta foi singela e verdadeira. Carriego morava no mesmo bairro deles, era um vizinho. Mas Segundo Wanderley era um poeta menor.E teve uma receptividade nacional com seu poema “O Poeta e a Fidalga”, como lembra Cascudo.Tarcísio em sua antologia escolhe o poema “Implacável” para a sua antologia.O vanguardista Moacy Cirne, em sua antologia radical “A Poesia e o Poema…” lembra este soneto como uma jóia de valor em nossa literatura. Acho, Lívio, que você fez uma boa escolha.

  4. Lívio Oliveira 31 de outubro de 2012 9:16

    Algo que sempre me chamou atenção, Jarbas, foi o forte vínculo do ramo potiguar da família Wanderley (originalmente Van der Leij, segundo a Wikipédia) com a poesia, com as letras. Isso me atiça a curiosidade.

  5. Lívio Oliveira 31 de outubro de 2012 8:21

    Jarbas, descobri uma revista da ANL, a de nº 6, de 1960, somente com textos sobre o poeta Segundo Wanderley. Esse poeta me é especial porque morei 27 anos na rua que leva o seu nome. Portanto, deve ter sido o primeiro nome de poeta que ouvi. Já entrei em contato com um familiar para iniciar uma pesquisa. Olha, Jarbas, nessa mesma rua morou o poeta Gilberto Avelino (“Elegias do mar aceso em lua”). No mesmo bairro, Barro Vermelho, morou outro grande poeta: Luís Carlos Guimarães. E me parece que você morou no Barro Vermelho, também. Portanto, vê-se que tenho razões e raízes de sobra para cultuar a poesia. Quanto a Itajubá, percebo que o material não é tão pouco assim. Surpreendi-me com a quantidade de textos que consegui para pesquisa. Vou continuar nessa labuta.

  6. Jarbas Martins 30 de outubro de 2012 21:13

    Vamos lá, poeta.

  7. Lívio Oliveira 30 de outubro de 2012 9:44

    Jarbas, amigo, tenho novidades (rs) sobre Ferreira Itajubá e Segundo Wanderley. Precisamos conversar, pessoalmente.

  8. Lívio Oliveira 30 de outubro de 2012 9:42

    Vendo esse material arquológico redescoberto por Nicolau, confesso que sinto falta de Levino, de Pablo, de Monteiro, de Marcossilva, de Jairo…O SPlural está se transformando numa grande saudade…

  9. Jarbas Martins 30 de outubro de 2012 8:20

    COMENTÁRIO AO COMENTÁRIO. Massa, como diz Rolim. Vai escrever prosa poética assim na casa do chapéu, malandro. Poesia até num simples comentário…Caralho ! Descobri que cada época tem o seu Salieri. Eu sou o Salieri da poesia potiguar. Tenho inveja de você, Marize e Nei Leandro de Castro. Não tenho vergonha de dizer.

  10. Gustavo de Castro 29 de outubro de 2012 17:52

    Nicolau, você fez arqueologia do vento e achou vestígios da cor laranja… Ruminações, críticas, pandemônios, informações, notas, nadas, quanta pluralidade nestas mil e uma páginas…

  11. Gustavo de Castro 29 de outubro de 2012 17:52

    Nicolau, você fez arqueologia do vento e achou vestígios da cor laranja… Ruminações, críticas, pandemônios, informações, notas, nadas, quanta pluralidade nestas mil e um páginas…

  12. DAMATA 29 de outubro de 2012 14:54

    errata. Em vez de “que” leia-se quem. Desculpe. Foi a pressa.

  13. DAMATA 29 de outubro de 2012 14:32

    ROLIM MEU AMIGO, AINDA VOU ABRIR ESSE BAÚ.
    SEI NÃO O QUE TEM LA. TALVEZ ENCONTRE UM BILHETE
    OU QUE SABE UM BOSQUEJO DE VERSO. UMA PALAVRA AMIGA
    ABRIREI ASSIM COMO QUE ABRE E REMEXE UMA GAVETA VÉIA

  14. Anchieta Rolim 29 de outubro de 2012 12:31

    Quer dizer Damata, que o material que você tinha perdido aqui no SP por motivos técnicos, foi encontrado? É isso?

  15. Edjane Linhares 29 de outubro de 2012 10:56

    Que legal Nicolau, um brinde nesta lua cheia. Tem alguns contos de Charles Phelan que resgatarei. Maravilha.

  16. DAMATA 29 de outubro de 2012 10:11

    Parabéns Nicolau, voce é o cara.
    Ai esta um pouquinho da nossa história. A contribuição de cada um dos participantes na alvorada desse grande projeto, no qual voce desempenha um papel preponderante. Particularmente fico muito feliz, porque ai tem muita coisa que escrevi e não tinha cópia.
    Parabéns SP. Parabéns Tácito e Nicolau, meu querido ex-aluno e professor nos dias de hoje.

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