Proust tem razão ou Godard que me desculpe

“O canto do rei aciona o pé, a mão, o pau; desnuda corações e veias… É outra coisa. É “da cabeça até a ponta do dedão do pé” (topa?), como canta ele num hit da Jovem Guarda. Como diria Tetê Bezerra, Godard que me desculpe; mas o Histoire(s) du cinema, no MAM, só amanhã. Se o rei não aparecer de novo neste horário na TV”. NONATO GURGEL

Texto completo em PROSA.

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