Quando os exilados do Sertão votam

Por Edmilson Lopes Júnior

No dia 3 de outubro, de manhã cedo, o Professor Douglas Araújo dirigiu-se para Natal, capital do Rio Grande do Norte, sua cidade de origem, para votar. Nos quase duzentos quilômetros de estrada que separam a capital do Seridó, uma das regiões mais representativas da geografia física e humana do semi-árido nordestino, o professor deparou-se com o que parecia uma interminável carreata. Na pista oposta, serpenteando de Natal para o interior, uma fila de carros de todos os tipos, geralmente lotados. Motoristas e passageiros, moradores da capital, dirigiam-se ao sertão para o exercício do voto.

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