Questão de opção

Por Álisson da Hora

Paul Celan, em seu discurso O meridiano, proferido em ocasião do recebimento do Prêmio Georg Büchner, em 1960, nos diz que o poema é solitário e andante, mas também afirma que ele precisa viver o mistério do encontro.

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Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Jarbas Martins 8 de abril de 2011 6:40

    que bom te encontrar por aqui, antenadíssimo chico guedes.o diabo é que, por estas bandas, nem excesso de garapa existe.talvez xarope.sim. xarope bromil, logomarca da minha infância.de tão inócuo, experimentei-o algumas vezes, menino arteiro,botando-o no pão, e comendo como sanduíche.eu era o próprio menino experimental que murilo mendes falava, e eu não sabia.rs rs rs rs à parte,o seu comentário diz mais que essa minha tagarelice.( isso é coisa de velho solitário, primão laélio?) mas olha, chico guedes, eu quero discordar do que diz o álisson dos “concretistas”.augusto, haroldo ou décio pignatari, mesmo considerando o pueril ludismo da poesia concreta, o que existia de charadístico na arte deles, não foram poetas refestelados em seus gabinetes.não se abstiveram de ir ao encontro do outro e dialogar. foram conversar com jovens poetas marginais como gilberto gil, caetano, tom zé e o trágico e maldito torquato neto…os baianos que desafinavam e desafiavam o coro dos contentes.os concretistas (eles nunca aceitaram os ismos) eram e são ainda,à sua maneira, educadores.devo muito a eles e é, por isso, que estou falando essas coisas.acabei há pouco de fazer um comentário a um poema do grande jota mombaça e marquei um encontro com ele na universidade.posso aprender muito com ele, mas posso ensinar também.dialogar, enfim.
    gostaria de conversar com você pessoalmente, amigo guedes.por que cultivo tanto os desencontros?

  2. chico m guedes 7 de abril de 2011 12:58

    tem valia contra excesso de garapa

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