Ramo

Por Gastão Cruz

Talvez eu não consiga quanto amo
ou amei teu ser dizer, talvez
como num mar que tu não vês
o meu corpo submerso seja o ramo
final que estendo já não sei a quem

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CRUZ, Gastão. A moeda do tempo e outros poemas. Rio de Janeiro: Língua Geral, 2009.

Comments

There are 3 comments for this article
  1. João da Mata 17 de Janeiro de 2012 19:30

    Logo que vi o nome me perguntei , será !
    Conheço bem o Gastão Cruz , grande escritor brasileiro autor de Coivara , Ao Embalo da Rede. A Amazônia Misteriosa, etc.. Tenho todos os seus livros , mas foi com agradável surpresa que li o poema do Cruz. Agora passado o engano, gostaria de saber mais do Cruz. Foi ele que enviou o poema, ou foi pescado pelo nosso editor. Em não sendo assim ou sendo como podemos ouvir o Cruz, que espero seja nosso leitor.

  2. João da Mata 17 de Janeiro de 2012 21:24

    Lembrete. O escritor brasileiro é grafado Gastão Cruls.

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