Razão e Coração

Por Denise Araújo Correia

Julguem a minha razão, mas nunca o meu coração, tenho dito às vezes.

Tácito, caro amigo, creio não serem propícias estas desculpas. Desculpar-se por não antever um erro próprio (se for o caso) ou por não reconhecer premeditadamente as intenções das pessoas é desculpar-se pela condição humana. E de humanidades em humanidades somos irmanados. Não conheço outro mundo. Se as luvas são de pelica, pouco importa, a carne nossa é demasiado grande para impelir dor de outra forma.

Desculpe pelo estereótipo que aqui descreverei, mas a fala de algum calouro universitário ávido por ter entrado no movimento estudantil poderá até extenuar a importância de um evento, mas não creio que tenha sido o caso. Sobrou política e jorrou verbo, mas faltou coração.

No mais, sua mediação foi meritória. Ágil, carismática e inteligente.

Abraços,

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