Resenha de ‘É preciso ter sorte quando se está em guerra’

Minha geração rendeu muita gente boa. Quando falo em ‘minha geração’ estou considerando aqueles caras uns cinco anos mais novos ou mais velhos do que eu, que são meus amigos e estão por aí tirando onda há mais ou menos uma década. São as figuras com as quais, em um determinado e crucial momento, a convivência foi um elemento central na definição do tipo de maluco que a gente seria dali pra frente.

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Jornalista, com passagem por várias redações de Natal. Atualmente trabalha na UFPB, como editor de publicações. Também é pesquisador de HQs e participa da editora Marca de Fantasia, especializada em livros sobre o tema. Publicou os livros “Moacy Cirne: Paixão e Sedução nos Quadrinhos” (Sebo Vermelho) e “Moacy Cirne: O gênio criativo dos quadrinhos” (Marsupial – reedição revista e ampliada), além de várias antologias de artigos científicos e contos literários. É pai de Helena e Ulisses. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 4 comentários para esta postagem
  1. Jóis Alberto 16 de novembro de 2011 10:44

    Sem dúvidas, ambos, Alex de Souza e Pablo Capistrano, estão entre os mais talentosos escritores das novas gerações em Natal. Valeu, Alex!

  2. carlos de souza 16 de novembro de 2011 8:49

    eu sou suspeito, mas taí um crítico literário à altura do autor!

  3. Alice N. 15 de novembro de 2011 16:37

    Belo texto. E de um desfecho quase cruel.

  4. chico m guedes 15 de novembro de 2011 12:10

    se o livro estiver à altura da resenha, tá de bom tamanho.
    hugs

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