“[…] revolução silenciosa chamada literatura”

Em conferência* que não chegou a proferir, Lima Barreto expõe, de maneira intensamente apaixonada, qual seria, para ele, a função da Literatura (disponível aqui). Em determinado trecho, o autor menciona Crime e Castigo, de F. Dostoiévski e se pergunta: “onde está a beleza dessa estranha obra?”. Como encontrar algo belo – ou apreciável – num livro que trata, principalmente, das lucubrações atormentadas de um paupérrimo e desesperado estudante, responsável pela morte brutal de duas pessoas?

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