Rimbaud e a maldição de ser ‘maldito’

“Acontece no roteiro das leituras como em qualquer tipo de roteiro, sentimental, profissional ou turístico: de repente o inesperado faz uma surpresa, como diria Johnny Alf. Foi assim, fisgado por uma espiada despretensiosa na primeira página, que suspendi a conversa com livros mais urgentes para dar cabo em dois dias do excelente “Rimbaud – A vida dupla de um rebelde” (Companhia das Letras, tradução de Marcos Bagno, 192 páginas, R$ 35,00)”.

aqui

Comentários

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

catorze − onze =

ao topo