Rimbaud e as perguntas que não querem calar

“A ambiguidade da obra de um artista aliada a uma vida aventureira são garantias de perenidade literária? Na opinião do crítico americano Edmund White, a resposta é afirmativa, caso se trate da obra e da vida do poeta Arthur Rimbaud”.

De Nelson Patriota, em sua coluna.

Comentários

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  1. Jarbas Martins 23 de abril de 2010 7:59

    Olha, brother, o Edmund White parece que tem razão.A ambiguidade da obra literária de Mallarmé não se casa com sua vidinha caseira.O pequeno vício que tinha era um cigarro, desse que a lei tolera. E só.

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