RN pode ter o único governador do DEM no Brasil

rosalbaÉ como dizem: nada está tão mal, que não se pode piorar.

Depois das recentes denúncia da mais nova mamata pública organizada por um governo brasileiro, o Rio Grande do Norte poderá ser o único estado brasileiro a ter um governador do DEM no Brasil. Isso, caso a favorita, Rosalba Ciarlini conseguir ganhar nos votos, hipótese bem provável.

Com isso, teremos duas incompetentes ocupando cargos públicos por mais quatro anos. Vai sair Wilma e seu desgoverno, para entrar Rosalba – senadora que teve como um dos projeto um voto de aplauso à novela Caminho das Índias pelos serviços prestados à sociedade (!!!!). Com o enfraquecimento que o DEM deve sofrer lá pelas bandas do planalto central, a cúpula neomilitar deverá investir tudo para cravar seu único governador nas bandas de cá.

Esse problema seria muito bom, se fosse o único a nos incomodar nos meandros políticos da terra do camarão. Pior do que a hipótese bem provável que Rosalba se junte a Micarla no rol das incompetentes administradoras públicas é ver que, não há nenhum – nenhumzinho – candidato a governador que cheire melhor do que peixe podre.

Os governadoráveis, palavra pronunciada com pompa por uma “jornalista” da província, se resume a nome de pessoas como Iberê, João Maia, Robinson Faria e Carlos Eduardo Alves. Todos, talvez com uma pequena ressalva ao boneco de olinda, num mesmo balaio de gato de incompetência administrativa e outras sujeirinhas básicas.

A única notícia boa que as eleições do ano que vem podem trazer, para aqueles os amantes da quase utópica boa política, é que, ao menos, corremos o risco de ficarmos sem senadores nascidos em berço da ditadura militar em Brasília. Agripino, enfraquecido eleitoralmente, dificilmente baterá Garibaldi ou Wilma. Ele deve mesmo encabeçar a chapa junto com José Serra nas eleições presidenciais que virá com uma possível derrota. Rosalba terá que largar a mamata federal para vir beber na estadual, caso vença as eleições. Pelo menos isso.

De resto, peço um minuto de silêncio pela situação deplorável que se encontra nossa política.

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