Roberto Bolaño

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“Cada época impõe os seus protocolos. Em 1966 era proibido não ver Blowup, de Antonioni. Quem não discutiu o jogo do rato e do gato entre David Hemmings e Vanessa Redgrave? Hoje é um opróbrio não ter lido 2666, de Roberto Bolaño. A tradução portuguesa de Cristina Rodriguez e Artur Guerra acabou de chegar às livrarias, não se sabe exactamente para quê, porque “toda a gente” leu o livro no original castelhano ou nas traduções de Natasha Wimmer, Roberto Amutio e Christian Hanse (inglesa, francesa e alemã). Toda a gente. Isso deixa de fora os koalas. A Quetzal pensou neles.”

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