Roma, cidade aberta

Aos cinéfilos, a programação promovida pelo Cineclube Natal deste mês está uma maravilha, todo dedicado às produções italianas. Amanhã, sexta-feira, é a vez de Roma, Cidade Aberta (1945), do diretor Roberto Rosselinni, em exibição no Nalva Melo Café Salão. As exibições de filmes italianos seguem com o Cine Vanguarda e o Cine Assembléia, nos dias 19 e 30 de outubro, respectivamente, com A Primeira Noite de Tranquilidade, de Valério Zurlini, e Pai Patrão, dos irmãos Taviani.

Uma breve crítica da galera do Cineclube a respeito do filme e do diretor: “Se há uma concordância em apontar a tríade neo-realista Roberto Rossellini, Luchino Visconti e Vittorio De Sica, essa unanimidade não existe para determinar um filme como marco inicial do movimento. Foi, entretanto, com Roma, Cidade Aberta, apresentado em Cannes em 1946, que o neo-realismo italiano tomou proporções maiores. Outros cineastas prepararam, de fato, “o caminho”, mas foi Roberto Rossellini que pôs nas telas uma Roma nua, miserável, sórdida. Os símbolos da Itália popular e da Itália corrompida pelo fascismo são mostrados pelas mãos de um cineasta que inicia uma nova fase, recém passado para o lado da Resistência”.

Acredito que música, literatura e esporte são ansiolíticos dos mais eficazes; que está na ralé, nos esquisitos e incompletos a faceta mais interessante da humanidade. [ Ver todos os artigos ]

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