Samir Mesquita

“Em culturas essencialmente noveleiras, literatura é vanguarda. Não é preciso desmistificar a propalada lenda de que a cidade de Buenos Aires teria mais bibliotecas públicas do que todo o Brasil para saber que a sobrevivência pelas letras nestas paragens é missão para poucos. Que dirá no caso de um autor iniciante que, sem a chancela de best sellers no currículo, topa com a encruzilhada esquizofrênica: como se tornar um deles, se as editoras não lhe derem a primeira oportunidade de publicação? Para Samir Mesquita, de 27 anos, a solução tem sido simples: descortinar caminhos alternativos, próprios, em meio aos padrões viciados do mainstream editorial.” FÁBIO FUJITA

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