Sándor Márai

Iniciei-me na obra de Marai por aquela que considero sua obra prima: As Brasas. Fiquei empolgado e saí em busca de outros livros dele. Li, na sequência, O Legado de Esther, Veridicto em Canudos e este ano encarei De Verdade. Todos, excelentes romances. Não lembro exatamente como cheguei ao escritor. Parece-me, vagamente, que foi através de Luís Carlos Guimarães, que sempre andava no faro de grandes escritores.

Um trechinho de As Brasas, um romance sobre amizade, honra, amor e acerca de decisões que tomamos numa etapa da vida e que terão conseqüências desde o início em que são tomadas até a morte.

“Não é verdade que o destino se introduz às escondidas em nossa vida: entra pela porta que nós mesmos escancaramos, pondo-nos de lado para convidá-lo a entrar. Na verdade, não há criatura suficientemente forte e inteligente para saber afastar, com palavras e fatos, o destino infausto que, segundo uma lei implacável, deriva de sua indole e de seu caráter.”

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