Sem Lílian e sem amarras

Por Sérgio Vilar

Ele encantou o Brasil ditatorial com baladas românticas de Jovem Guarda, foi censurado pela polícia política, lançou Raul Seixas, produziu um dos maiores álbuns da história do rock nacional e amanhã grava DVD ao vivo no Centro de Convenções, na Natal de Cascudo e da qual nunca precisou de consagração porque nutre “amor incondicional” à sua cidade natal. Na entrevista a seguir ao Diário de Natal, Leno solta o verbo contra falsas ideologias, coloca Natal na “lanterninha” da cultura brasileira e critica de Chico Buarque à Niemeyer, de Lula ao atual cenário da música no mundo.

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