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Por Márcio de Lima Dantas

Plenas asas de leveza e rapidez,
Morfeu, filho do sono, toma formas
etimológicas do seu nome, quer seja
de desejos, episódios ou resíduos
de um dia como outro qualquer.

Porta uma papoula na mão, a que
emana sono, escapatória de uma
realidade, para todos, insuportável,
se não fosse o tempo de fuga
que nos outorga uma outra realidade.

Comentários

There is 1 comment for this article
  1. Jarbas Martins 19 de novembro de 2012 8:42

    O ritmo anapéstico dos versos, em meio a outras sonoridades da poesia de Homero.

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