Simples assim

Por Ednar Andrade

Simples assim, como tudo que é grandioso pode ser muito “simples”, não precisa ser grande basta ser “grandioso.” Tão infinitamente supremo como o amor, sentimento que não se explica, falo do “amor”, não de amor…
De amor falamos ou falam todos, confessam, pintam, bordam… Mas, simples e “grandioso” sentimento, anda em falta. Nas prateleiras, camisinhas estão à venda, com sabores variados, cores e efeitos, e há quem chame sexo de amor, quem veja ou tenha com elas afinidades. Eu, sem drama e sem pretensão, prefiro amar a ter, ou não, razão. Simples assim, é preciso ter simplicidade para ter ouvidos. Assim, nesta manhã de sábado, numa breve reflexão, sem querer estender-me demais, interrogo-me, interrogo, num questionamento que não chega a ser conflito ou crise existencial, apenas por que tenho o péssimo hábito de querer entender o que não entendo e que, por isso, não compreendo e citando aqui a inesquecível e sempre amada Elis: “O que foi feito da vida? o que foi feito do amor?” e concluo: é preciso ser grandioso para não ser apenas grande ou como disse Gonzaguinha ser: “Maior de grande”. Eu digo que, olhar em volta e sentir-se amado, e grandiosamente ser feliz, feliz como as ondas que vão e vem num balanço desigual, sem questionar. Apenas ser grandioso *e feliz, fazer também.

Para todos nós, um final de semana feliz, um final de semana grandioso, maior de grande.

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