só dói quando rio

Por Eduardo Alexandre

fui ao hospital do santa catarina com zé carlos de souza e cris magalhães. conversei com Plínio. “eu tinha pedras no corpo, agora tenho bala”, disse.

“saí de casa andando, só vi o mundo verde quando chegou no caju”, foi quando desfaleceu.

o vizinho da frente foi quem o levou ao hospital. estavam lá uma médica amiga, yure e naiara, seus filhos. ele está bem, mesmo, ainda com a bala, mas durão, senso de humor apurado, só o dreno, respirando sem aparelhos.

tiro de baixo para cima, não deve ter atingido o pulmão. “parou a quatro centímetros da coluna”. está numa enfermaria. é possível que ainda hoje seja transferido para um hospital mais próximo de casa.

“na minha vida, esse acidente provocou a única manchete de jornal a meu respeito que não gostei. agora, é esperar pela do machadão.”

“pára! quando rio, dói.”

Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Alex de Souza 5 de abril de 2011 19:18

    Boas notícias, Dunga. Melhoras pro nosso amigo. Plínio, se tiver que morrer, que seja de raiva do América.

  2. Eduardo Alexandre 5 de abril de 2011 11:09

    hoje pela manhã, os médicos que atendem plínio no hospital do santa catarina autorizaram sua tranferência para outra unidade de saúde.

    agora, ao meio-dia, ele estará sendo levado para o Papi, onde, a depender da necessidade ou não de se retirar o prójetil ainda alojado em suas costas, poderá recebere visitas de amigos.

    eu sei que é difícil, mas só não o façam rir.

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