Sobre pobreza e boçalidade

Fernando:

Além de indigno, o argumento sobre pobreza é repeteco diluído de Joãozinho Trinta – “quem gosta de pobreza é intelectual”. Entendo que gente digna se preocupa com os pobres porque os considera seres humanos e não pretende que eles continuem “folcloricamente” pobres. Agora, é possível que a pior pobreza seja a dos cérebros de uns e outros em diferentes classes sociais (conheci pobres intelectualmente brilhantes). Não tenho preconceitos contra ricos nem classe média (minha classe atual, diga-se de passagem) mas tenho muita pena de ricos, classes médias e pobres babacas. Em alguns casos, sinto raiva mesmo deles. Considero ricos e classes médias também filhos de Deus: conheci muitos deles gente boa e intelectualmente brilhantes.
Conclusão: boçalidade cai mal em qualquer classe; e em qualquer posto administrativo.
Abraços:

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