Sophia de Mello Breyner Andresen: arte poética como procedimento

Por Marcela Ribeiro

Para Sophia, ao fazer poético seria necessário uma “túnica sem costura”, sem amarras, é necessário que se viva sempre, sem cessar.

Texto em PDF: aqui

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Segundo ensaio que publicamos do dossiê sobre a poeta portuguesa Sophia de Mello Breyner. Textos  escritos por alunos de Letras da UFRN sob a coordenação e organização do professor e poeta Márcio de Lima Dantas.

Fui ao Google atrás de uma foto da poeta e dei com um site inteiro dedicado a ela: aqui

Comentários

There is 1 comment for this article
  1. Bethânia Lima 19 de janeiro de 2011 9:15

    A poesia de Sophia é maravilhosa…e parabéns a tod@s envolvid@s nessa iniciativa do dossiê!

    Apesar das ruinas e da morte / Onde sempre acabou cada ilusão / A força dos meus sonhos é tão forte / Que de tudo renasce uma exaltação/ E nunca as minhas mãos estão vazias.
    Sophia de Mello Brayner

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