Souta

Por Bárbara Baracho

Amor
Espaço
Liberdade

Uma tênue conquista

Amor é não desejar um corpo,
É desejar uma pessoa
Amor é nunca ser “nós”

Sartre que me perdoe,
Eu prefiro Sutra.

Comentários

There is 1 comment for this article
  1. Margot Marie 13 de novembro de 2011 10:30

    Bárbara, este teu poema está bárbaro! Concordo em gênero e número com a proposta daquilo que é o amor.

    O amor não deve ser amarras… é o “Espaço”, é a “Liberdade”, é “uma tênue conquista” (diga-se de passagem que diária…construindo-se tijolinho a tijolinho)… “é nunca ser ‘nós’ ” (respeitando-se o universo de cada um – é ser “Solto, livre (estar solta)”, como sugere a fonética do título).

    Desse modo, o poema se faz, passo a passo, verso a verso, conceituando o amor, para por fim fazer o trocadilho entre Satre/Sutra.

    Bacana! em todos os sentidos!

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