Sumário de “Uns Potiguares”, de Nelson Patriota

TC

Atendendo a pedido de Marcos Silva, publicamos o sumário do livro “Uns Potiguares”, de Nelson Patriota, lançado na semana passada na ANL. Pedi e Nelson gentilmente o enviou hoje.

Nota Prévia do Autor

Prefácio de Manoel Onofre Jr.

Potiguares

Bloomsday, 18ª edição

Coetzee, sim! Mas, por que não Miguel Cirilo?

Dorian Gray em perspectiva

Leitura comparativa de duas revistas

Encontro revela maturidade das letras potiguares

Gênese de uma antologia

Lembranças incômodas de Renard Perez

Miniaturas poéticas de Lívio Oliveira

Notas de um viajante contumaz

O aforístico Padre Monte

O esteta Osório Almeida

O livro de Hilda Araújo

Passado que não passou

Presença de Nilson Patriota

Primeira leitura de Sanderson Negreiros

Valério Mesquita explicita sua fé

Sebo Vermelho, ano 2020

O poema/processo precisa mudar de gênero?

Um malogro na seara da poesia

Uma história de poesia e controvérsia

O grêmio da melhor música

Um memorialista proustiano

Reflexão à margem do Dia do Escritor

Poesia de Diulinda Garcia explora as muitas faces do desejo

De bruxos e biografias

Certezas para céticos

Exorcismos do sonhador acordado

Um controverso soneto de Esmeraldo Siqueira

Mudando um paradigma cultural

Bagoas e a causa gay

Livro encerra ciclo do Araruna

Elegia, contraelegia, antielegia

Um aniversário que vale uma missa

Leitura de Bárbara Cabarrús

UFRN resgata obra jornalística de Edgar Barbosa

Quando o carnaval bate à porta

A vez e a hora de Volonté

Mario Benedetti e as “Traições” de Luís Carlos Guimarães

Livro escancara a poesia de Paulo de Tarso

Ano da França reabre caso Exupéry

Um aniversário burocrático

Impressões de uma bienal em Rio Branco

História e memória em dois novos livros

Um romance à rédea solta

Uma antologia da epopeia no sertão

Lendo inéditos de Bartola

Homenagem primeira a Auta

Poesia, um assunto de mulher

Do chão poético de Resina

Elogio e enigmas em torno de Nísia Floresta

Contos e causos de Públio José

A poesia libérrima de Marize Castro

palumbo: uma revista de quê?

O livro tardio de Zedelfino

Prosas da linhagem guimarantina

A escrita minimalista de Lápis nas Veias

Histórias de vida, histórias de Bira

A poesia que Emmanuel Bezerra nos escreveu

A Papangu revisita Renard Perez

Jarbas Martins reúne seus inéditos e dispersos

Espelho Quebrado: romance ou outro gênero?

Não Potiguares

A consciência negra de Machado de Assis

Uma fábula futurista de Monteiro Lobato

Contos em dialeto celeste

Livros terapêuticos

Um jornal literário de Hildeberto Barbosa Filho

Uma entrevista de George Steiner

Uma pergunta para Fernando Monteiro

Leitura de um precursor de Borges

O memorialismo veraz de Edson Nery

Sobre um poema longo de Fernando Monteiro

Um romance premiado de Ronaldo Correia de Brito

Engenho e arte num romance transgressor

A “má consciência” de David Grossmann

Por que João Ubaldo não para de rir

Do que é capaz um dinossauro

Comentários

Há 7 comentários para esta postagem
  1. Lívio Oliveira 16 de julho de 2012 16:39

    Delpha, meu velho, que bom!!!!!

  2. Delfino 16 de julho de 2012 16:01

    Já tô na área. Despeitado, mas tô. Só dizer o dia e onde.

  3. Jarbas Martins 12 de maio de 2012 15:56

    Prometi a meu amigo Fernando de Góes encontrar-me com você e Lívio, poeta Delfino, Só não acertei o lugar nem o horário. Digam onde e quando, poetas. Vai ser um encontro histórico. Vocês vão ver dois caras falando sem parar, discutindo a existência de Deus e o modelo socialista adequado à realidade brasileira. Que não se encontram desde a promulgação do AI-5.

  4. Lívio Oliveira 12 de maio de 2012 12:59

    Dia desses, meu velho Delpha, eu e o compadre Jarbas conversávamos, lá na UFRN, sobre a sua boa poesia.

    É, meu amigo, enquanto uns trabalham com o fígado, a gente vai fazendo das tripas coração.

  5. delfino 12 de maio de 2012 8:29

    Gostei do novo conceito, Livio: “hepatocrítica” , perfeito kkkk

  6. Lívio Oliveira 27 de abril de 2012 7:54

    Estou lendo o livro com prazer. Nelson é um de nossos intelectuais mais meticulosos, um sujeito sério e que não faz críticas com o fígado.

  7. Marcos Silva 27 de abril de 2012 2:09

    Tácito:

    Muito obrigado.

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