TEMPESTADE

Cortem as amarras
O melhor
É ir ao centro da tempestade

Essa calmaria assusta
E o silêncio é roto

Não há dúvidas
Viver ou morrer
são ou não
As únicas opções que temos?

Sou artista visual, fiz várias exposições individuais e coletivas, já participei de salões, palestras, seminários, whorshop, projetos culturais, oficinas de arte, intervenções urbana e etc... Escrevi um livro de poemas "Agonia" que é mais pessoal que poético e gosto do portugues escrito de forma simples onde pessoas com menos formação acadêmica tenham condição de ler e entender. [ Ver todos os artigos ]

Comments

There are 4 comments for this article
  1. Jarbas Martins 28 de Novembro de 2013 10:38

    O poeta Anchieta Rolim, com seus poemas anti-discursivos, com sua peculiar dicção, que renega quaisquer concessões ao leitor habituado a lugares comuns, trivialidades e platitudes, vai direto ao nó da questão.E alerta os seus leitores, logo de cara: “Cortem as amarras”. A boa, a verdadeira poesia se faz assim.Abração, poeta.Da próxima vez que for à Areia Branca, quero ouvi-lo dizendo esses versos do alto das dunas do Cristóvão.

  2. Danclads Lins de Andrade 29 de Novembro de 2013 7:04

    Anchieta, “o melhor é é ao centro da tempestade”. Gosto da forma direta de como você conduz o poema, colocando o dedo na ferida, dizendo o que tem que ser dito sem floreios e lugares-comuns.

    Massa!!!

  3. Anchiea Rolim 29 de Novembro de 2013 10:50

    Valeu, poeta Jarbas Martins…Nos encontraremos em breve pelas areias brancas de minha terrinha. Um forte abraço e grato por seu apoio, ele que muito me incentiva!

  4. Anchiea Rolim 29 de Novembro de 2013 10:52

    Grande Danclads, você é muito massa…grato pelo comentário e um abração!

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