Tempo

Por João da Mata

Tempo delimitar os bordos mortos e fugidios
o ano é findo ágil (morre) sinto a falta dela
(verossimilhança) A solidão imunda, a bela
foge. Ditadura da lembrança Fatos erectus
Jorram emoções Adversas o verso. Tergiversos
a dor, não, não vá. Em vão tento agarrar os Cabelos
do vento. Tempo tanto tempo.

Físico, poeta e professor [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

5 × 5 =

ao topo