“Tenho de saber quem sou. E quem sou é uma coisa interminável”

Viajou pelo Médio Oriente, o Afeganistão e o México, viveu em Jerusalém e no Rio de Janeiro, e depois num minúsculo quintal no Alentejo. Escreveu quatro livros de viagem, um romance de amor, outro de fúria, está a meio de um terceiro, onde o pré-apocalipse no Brasil é contado numa língua imaginária, atlântica. É uma escritora que vem do futuro, a correr para o passado, em expansão por várias vidas, tão suas como a própria morte. Em movimento, de um lugar para o outro e da realidade para a ficção, embora não goste da palavra ficção, nem de verosimilhança. Prefere a verdade, mesmo inventada. Uma conversa com Alexandra Lucas Coelho.

Assim nasceu, em dois meses, O Meu Amante de Domingo, publicado em Portugal pela Tinta da China e já com tradução prevista, pelo menos, em francês, pelo grupo editorial Éditions du Seuil.Falámos com Alexandra Lucas Coelho em Lisboa, ao chegar da Sérvia, depois de meses no Alentejo, e antes de partir de novo para o Brasil e Gaza.

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