Texto do filósofo Raimar Rastelly sobre Riolight

Por Diógenes Guimarães

“Há muitos anos que a marchinha já anunciava que o Rio de Janeiro é o coração do Brasil. O povo ( sempre sábio ), também dizia que “de dia falta água e de noite falta luz”. O Rio é a face mais bela e também a face mais feia do Brasil.

É a imagem que nos vende: do calçadão da orla, passando pela bunda das mulatas, aos barracos tortos das favelas. Sem contar com as luzes das balas de fuzis riscando os céus desta cidade abençoada pelo Cristo; como a dizer : fiz o que pude! Rio da viagem lisérgica do expresso 2222, Rio das pessoas na janela de frente pro crime. Dos meninos do rio a fumar crack. Das ruas do velho centro, onde outrora flanava o velho Machado, observando os costumes de futuros personagens dos seus livros. Pouca importa esta esquizofrenia do Rio. Esta é uma cidade que sempre merecerá uma canção. Riolight – uma nova canção homenageando esta cidade maravilhosa. Cidade que ilumina os passos do Brasil. Se acontece no Rio é moda. Rio do sotaque. Riolight: leve, leve como a asa delta que passeia pelos céus da gávea. Rio light como os sanduíches dos quiosques no calçadão. Riolight como as luzes que iluminam as areias de Ipanema á noite. Riolight como a loucura que o sol de verão traz aos corpos desta gente Taí a canção de Dica Guimarães. Ouçam. É um novo hino ao Rio de janeiro, que nos faz continuar acreditando nas canções”. RAIMAR RASTELLY Antworten

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