The Ombudsman Blog

The Ombudsman Blog ou o Caruso-Poeta

Ele é um poeta filho de poeta. Muito inteligente estar sempre lendo os jornais e blogs da cidade. Qualquer deslize é motivo de uma glosa. O maior glosador de Natal. Quase sempre manda seus motes e glosas para alguns amigos e blogs escolhidos do momento. Muito exigente com a rima e a métrica. Um erro gramatical é motivo de sua chacota.

Cuidado com o que você escreve e rima porque pode estar sendo observado e glosado. Ela já versou para muitos de nós. De um poema que escrevi começou reclamando da dedicatória e da epígrafe. Já contou sílabas nas traduções de Marcos Silva. Já disse o diabo de muitos.

É um leitor muito criterioso e exigente do nosso blog e outros. Mesmo sem saber você pode estar sendo observado e glosado. Ele é o nosso “Ombudsman Blog”. Um careta muitas vezes, mas competente. Conhece todo mundo e cada palmo dessa cidade. De sua última verve é o mote:

Tem poeta pra caralho
fazendo merda em Natal

Obrigado Amigo

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Comentários

Há 4 comentários para esta postagem
  1. João da Mata Costa 8 de abril de 2010 23:11

    Rapaz, nem precisa nomear com essas caracteristicas tão peculiares.
    O Caruso é o chargista, manja né.
    Aquela do roda viva.
    E como tu só chargeando e glosando
    Parabens e participe mais do SP

  2. Laélio Ferreira 8 de abril de 2010 20:31

    Se publicarem, ajeitem por aí a grafia do verbo: grafei, por analfebetismo, “quizer” por “quiser”. Acontece, né?
    Laélio

  3. Laélio Ferreira 8 de abril de 2010 20:25

    Amigos e amigas (kkkkkkk).

    João da Mata teceu-me loas, muito bem, vá lá. Só que não me nominou – eu que sou mais conhecido do que farinha; eu que me mandei, eu mesmo, do Substantivo Plural, por conta de uma censura de Tácito Costa; eu que não entendi a alusão do Doutor em Física ao tenor Caruso; eu que fiquei muito satisfeito com a denominação de “careta”; e eu que, finalmente, não manjei nada sobre essa “injeção de poetrilha” da Nina Rizzi, por cá acostada (a “injeção”).
    Se o mote foi publicado (“Tem poeta pra caralho, fazendo merda em Natal”), por que não deram notícia das duas glosas?
    Sou fescenino e crítico?
    Sou – e disso não abro mão!
    Quem quizer que se “exploda”!
    Laélio Ferreira

  4. Nina Rizzi 7 de abril de 2010 11:29

    O MEDO DO ZAGUEIRO NA HORA DE BATER O PENALTE
    injeção de poetrilha

    Já Dava pra perceber que aquele sujeito mancava com a Direita
    E não havia ainda palavra
    Para trapaça, arrogância, farsa, império
    Estado, golpe, traição, fome e medo.

    Tempestade com ventania,
    Ainda nem sabia que em segredo
    Iansã o revelaria.

    Ele puto com Iansã
    Das feras fez zombaria
    Tomou-lhes as locas
    Moveu-lhe as casas
    Arrancou-lhes as peles.

    Um pacífico estendeu-lhe a palavra
    O valentão opôs-lhe a clava
    Sofista era seu espírito a limar eloquência
    Mas ele, com a direita, rogou virulência.

    Sob faca, farda, pistola, canhão
    Entre mentiras e paixão
    Inventou a Crítica
    E pôs na porta um guardião

    E saiu a nomear o mundo
    Frio, trapaça, merda, vingança.

    Enquanto em seu íntimo
    (ele é sujeito religioso)
    Cisma de inventar uma Obra Aperta
    E uma Bíblia como Léxico.
    *

    em boa hora a postagem, camarada. beijos.

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