Todas as cartas de amor são ridículas

Por Pedro Corrêa do Lago

Fernando Pessoa levou uma vida modesta e solitária. Sua única “namorada” foi a jovem Ophélia Queiroz, menina inocente que encontrara em 1920, quando tinha 19 anos e o poeta 31. O romance só veio à tona em 1978, com a publicação das quase 50 cartas de Fernando à Ophélia, que esta conservara piedosa e discretamente desde 1930, data da última.

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