Toscas anotações do exílio – IV

Eu já tinha alguma desconfiança de que nunca viria barco algum. Ora, se eu mesmo havia tratado de queimá-los! Decidi me guardar, eternamente, em minha ilha. Não mais chamei e nem esperei por ninguém, nem precisei. Nem, tampouco, contei as gaivotas e albatrozes errantes no espaço. Era eu. E só.

Advogado público e escritor/poeta. Membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. [ Ver todos os artigos ]

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