Tradução de Poesia

Por Aldemar Cunha

Tácito,

O Substantivo Plural tem dado à alta poesia o respeito que merece, indo a contrapelo da onda de banalização dessa, que é a mãe de todas as artes. Além de ter revelado bons poetas, como Gustavo de Castro, um nome da terra, o SP tem divulgado também a boa arte de traduzir poesia.

Há alguns dias atrás, SP publicou uma criativa tradução de Verlaine/Rimbaud.  Marcos Silva, que traduziu um soneto desses dois malditos franceses, postado aqui, é reconhecido além das nossas fronteiras como excelente tradutor.

Parabéns a todos os que fazem o SP. Para encerrar, uma pedra-de-toque extraída do livro POESIA DA RECUSA (editora Perspectiva, são paulo). Versos de Dylan Thomas, na rica tradução de Augusto de Campos: “Not for the proud man apart/From the raging moon I write/On these sprindrift pages…”Tradução de AC: ‘NÃO PARA O ORGULHOSO À PARTE/ DA LUA ULULANTE ESCREVO/NESTAS PÁGINAS DE ESPUMA”.

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