Tráfego intenso

Por Rafael Cabral

Algumas mídias alteram só certos aspectos da vida. Mudam o trabalho ou a diversão. Outras vão além. Mudam quem somos, o que e como pensamos, e até o que significa ser humano em determinada época. Pense nos mapas, nos livros, nos jornais e em tudo o que causaram quando surgiram. Para o jornalista Nicholas Carr, não há como fugir: somos e sempre seremos espelhos de nossas mídias. O que precisamos entender, segundo ele, é que nem todas essas revoluções vêm para o bem.

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