Tudo e nada

tudo e nada

É, tens um jeito assim só teu
De falar de amor,
Aquela luz no olhar,
Nos cabelos, um poema.
Um jeito safado…
De espalhar torpor…
De espalhar ternura, de dizer loucuras…
Que te faz tão meu… E me faz só seu.
Este teu jeito manso de ir e ficar,
De inundar meu mar,
Invadir meu riso… És meu tudo e nada.
És meu desabrigo, céu, inferno…
Paraíso… Medo, tortura e sonhar
… E desejo.

Comentários

Há 5 comentários para esta postagem
  1. Marcos Silva 18 de novembro de 2011 8:06

    Gosto do inundar meu mar. Um beijo (de Pipa!).

  2. Luís Costado 17 de novembro de 2011 18:39

    Que linda maneira de falar de amor. Aqui, sim, temos uma grande poeta. Adorei o poema.

  3. Anchieta Rolim 17 de novembro de 2011 11:56

    Que poema… parabéns Ednar! Belo, suave e leve como sempre….

  4. Anne Guimarães 17 de novembro de 2011 10:37

    Anil amada…
    Bom amanhecer e ler você assim….
    Amei esse “tudo”.
    “Nos cabelos um poema” me tocou bastante…
    “Um jeito safado de espalhar torpor” já diz o que nem posso, rsrsrs.
    Amores assim reafirmam a vida pulsante, púrpura e feliz.
    E pra você, que entende bem a palavra felicidade,
    deixo o meu beijo cheio de saudades e sonhos.
    🙂

  5. Rosinha Tavares 17 de novembro de 2011 9:43

    Belo poema Edna, parece até resposta ao poema de Danclads: (A UMA DEUSA). ha,ha… muito bom mesmo! Parabéns!

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