Tuitando com… comigo mesmo

Sim, amigo leitor, ingressei no tal microblog. Rendi-me, como ironizou o modernoso Tácito (rs). Na verdade, construi minha jangada de poucos paus para navegar nesta onda (ou marola, sob o ponto de vista lulista) e sentir a utilidade da ferramenta. Eu, um provinciano a espera da cura, quis desbravar estes mares das grande rede já muito navegados. E quer saber? Até o momento, nenhum frisson. Pelo contrário, a pecha de “brontossauro” atribuída à minha pessoa se confirma: demoro a apreender o sentido e recursos dessas coisas. Por hora, estou à deriva. Espero, tão somente, achar uma ilha para, de lá, “urubuservar” o nado de alguns tomando côco e a espera de ajuda. E se querem uma dica, esqueçam o twitter hoje e mergulhem na coluna de Mário Ivo: texto e notas “impagáveis”, para citar apenas o adjetivo-clichê.

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