Um cavalheiro da primeira grandeza literária

Por Fernando Monteiro

Uma introdução à nova edição – que se anuncia, pela Editora Bagaço – da esgotada tetralogia de Hermilo Borba Filho (Um cavalheiro da segunda decadência), deveria ser inteiramente desnecessária, para tal obra e tal autor, mesmo levando-se em conta que é o Brasil um país desatento e desmemoriado, culturalmente falando.

Leia a íntegra do texto, em PDF:

aqui

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De Fernando, por e-mail:

Tácito amigo:

Como venho fazendo nos últimos meses, antecipo — exclusivamente para o Substantivo – o texto completo da nossa página (“Fora de sequência”) de há dez anos no jornal RASCUNHO de Curitiba, neste dezembro homenageando uma das minhas maiores admirações na literatura e no teatro de Pernambuco: HERMILO BORBA FILHO.

Grande abraço,

Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Fernando Monteiro 2 de dezembro de 2010 9:34

    O seu comentário, João, a respeito desse artigo no qual a importante Tetralogia de Hermilo é lembrada e elogiada etc, é, aqui no SP, constrangedoramente solitário — pois, além de você, NINGUÉM se manifestou em reconhecimento da grandeza literária de Borba Filho.
    Disso, só posso concluir que a sua ampla cultura abrange também a obra desse pernambucano da Zona da Mata (ele nasceu em Palmares, conforme bem sabe), não menos que s-o-l-i-t-a-r-i-a-m-e-n-t-e, eu repito, neste espaço onde tantos se manifestam, tão frequentemente, para homenagear o talento de escritores bem menores do que HBF.
    Acredito – como você – que todos os talentos devam ser reconhecidos, nos seus diversos graus etc, porém é simplesmente de justiça fazer justiça a VOCÊ, neste momento: não houve outro que viesse dizer que, sim, conhecia a obra de Hermilo! Obrigado por isso.
    Abraço,
    Fernando Monteiro

  2. João da Mata 1 de dezembro de 2010 22:25

    Monteiro,

    Parabéns pelo artigo. Tb considero Hermílo um escritor magistral opulentamente gozoso. Conheci Leda, sua viúva. Dois grandes amigos da UFRN fizeram tese de mestrado sobre sua obra. Trabalharam no acervo do escritor, coisa muito importante.
    Um escritor injustamente pouco conhecido no Brasil

    abç

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