Um golpe em Ana de Hollanda

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Jornalista, com passagem por várias redações de Natal. Atualmente trabalha na UFPB, como editor de publicações. Também é pesquisador de HQs e participa da editora Marca de Fantasia, especializada em livros sobre o tema. Publicou os livros “Moacy Cirne: Paixão e Sedução nos Quadrinhos” (Sebo Vermelho) e “Moacy Cirne: O gênio criativo dos quadrinhos” (Marsupial – reedição revista e ampliada), além de várias antologias de artigos científicos e contos literários. É pai de Helena e Ulisses. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. Sebastião Vicente 7 de maio de 2011 14:30

    Ô, Tácito, na boa: não tem um “efeito manada” nessa gritaria contra a ministra? Não falta um pouco de racionalidade?

    • Tácito Costa 7 de maio de 2011 15:11

      Tião, pode ser. Mas existem razões fortes para isso. Minha opinião, depois de tudo que li: considero a ministra retrógrada e despreparada para o cargo, por isso sou a favor da saída dela.

  2. Tácito Costa 6 de maio de 2011 18:41

    Pronto, era só o que faltava. Já não bastou Regina Duarte?! Só o título já tirou minha vontade de continuar lendo o texto: “Golpe em marcha para tirar Ana de Hollanda do MinC. Estou com medo”. Mas fui até o fim para saber aonde o autor queria chegar. Em resumo, ele é contra a política desenvolvida pelos ministros anteriores, Gil e Juca, contra o Creative Commmons, a favor do Ecad e, claro, da ministra Ana, que lidera o retrocesso. Enfim, da velha ordem, que está caindo de podre com a internet.

    Achei, no mínimo, curiosas essas afirmações do autor do artigo:

    “…Gilberto Gil, um grande artista que fez carreira na indústria (os tempos eram outros, naturalmente) e que tem cabeça de mercado”.

    Pois é, mas tinha (tem) uma visão bem mais arejada do que a de Ana.

    “…ser parte da indústria, como regra, caracteriza um artista que se importa mais com o lucro do que com a arte”.

    Afirmativa questionável, então quer dizer que Chico Buarque, Paulinho da Viola etc se importam mais com o lucro do que com seus trabalhos. Eita maniqueísmo pobre da gota serena.

    “E tenho certeza de uma coisa: se o golpe que está sendo armado der certo, estaremos dando um passo para trás, um imenso, infinito passo atrás, em termos de democracia, de gerenciamento independente, de visão criativa apartada (embora não ignorante dele, atenção) do mundo do mundo do negócio. Estou com medo.”

    O passo atrás começou, de fato, com a chegada de Ana de Hollanda ao MinC. Agora, precisamos tirá-la de lá o mais rápido possível, antes que os estragos sejam ainda maiores.

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