Um poema concreto

Aqui dentro desses tantos anos
Te contemplo Machadão
Nas frestas da memória
No branco traçado do gramado
Armado concreto hoje no chão
Em cada silencio um grito
Em cada palavra um não
Da esquina eu ouvia
na cidade onde morro
no chão amado concreto

Físico, poeta e professor [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. João da Mata 28 de novembro de 2011 11:10

    Aninha e Rolin,

    Muito obrigado pelo sentimento de perda de um dos nossos maiores equipamentos publicos. Mais um referencial que se vai. Quando nada mais restar da ganancia dos homens, restará as nossas memórias.
    Alguém escreveu aqui pejorativamente sobre a memória. Gostaria de saber se existe história sem memória.

  2. Anne Guimarães 28 de novembro de 2011 10:00

    João querido…
    Obrigada pelo compartilhamento poético!
    Também tenho memória afetiva do nosso estádio,
    lembro de estar lá – bem pequenininha – junto com meu pai,
    alecrinense de coração esmeraldino…
    Certamente muita gente aquii em Natal tem suas lembranças,
    de variadas cores, luzes e sons.
    Um beijo afetuoso, meu amigo!
    🙂

  3. Anchieta Rolim 28 de novembro de 2011 0:14

    Bela homenagem João da Mata. Valeu!!!

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