Um pouco… Um pouco

Caros colegas:

Um pouco… Um pouco da sua atenção

De tudo ficou um pouco diz o poema de Drummond.

O professor, advogado e promotor parece que não aprendeu nem um pouco.
Não vou explicar o pouco da minha frase, mas o muito que o professor Lívio já foi desmentido e contestado no pouco tempo após o seu retorno ao Splural. Para comprovar é só rolar a página.

Quem for o mínimo perspicaz percebe as pinimbas do senhor Lívio com a minha pessoa. Agora, me pergunto o porquê. Pouco conheço esse cidadão e ele tão pouco me conhece. A toda hora tenta me contestar e pegar no meu pé, mesmo sendo negado pela maioria dos leitores do SPlural.

Todo mundo percebe o comportamento arredio do senhor Lívio. Aqui mesmo no nosso SPlural ele foi por diversas vezes admoestado. Estou no SPlural desde o inicio e trabalho sério para que esse blog tenha credibilidade.

Não tenho a verdade comigo, mas tenho a coragem de dizer o que penso e debater.

No caso da referida frase a informação que dei não é de nenhum leviano, mas de alguém que estuda muito. Quem informou foi um dos maiores estudiosos de Flaubert que esteve há pouco tempo na nossa UFRN.

Espero que o senhor Lívio seja menos parcial em seus julgamentos de promotor do que está sendo comigo. Espero pela minha saúde que ele me esqueça, pois tenho certeza de que é impossível debater em bons termos com o supracitado senhor promotor.

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Comentários

Há 10 comentários para esta postagem
  1. Luizimar Castro 9 de dezembro de 2010 18:24

    O debate é tão sério… que Lívio Oliveira vai refutar João da Mata quando este lhe tecer elogios…

  2. Lívio Oliveira 8 de dezembro de 2010 11:07

    Tudo tranquilo, caro Tácito. Vou continuar a contribuir com o SPlural de forma mais interessante do que falando sobre a “obra completa” desse senhor.

    Por sinal, deverei publicar aqui, em primeira mão, uma nova entrevista que estou fazendo. Logo, logo.

    Ok?

  3. Lívio Oliveira 8 de dezembro de 2010 11:07

    Tudo tranquilo, caro Tácito. Vou continuar a contribuir com o SPlural de forma mais interessante do que falando sobre a “obra completa” desse senhor.

    Por sinal, deverei publicar aqui, em primeira mão, uma nova entrevista que estou fazendo. Logo, logo.

    Ok?

  4. Lívio Oliveira 8 de dezembro de 2010 10:36

    Olha, Tácito, sem problema.

    Afirmo, no entanto, que a minha discussão começou (e você sabe disso) com aspectos referentes ao livro “Madame Bovary” e ao seu autor, desmentindo simplesmente mais uma afirmação “equivocada” e apressada do senhor João da Mata.

    Se isso não pode ser discutido aqui, sei não…

    Mas, vou ficar silente no que tange ao senhor João da Mata, como queira.

    • Tácito Costa 8 de dezembro de 2010 10:57

      Lívio, é apenas um pedido, mas se você achar que a discussão deve continuar fique tranquilo que o espaço está garantido.

  5. Tácito Costa 8 de dezembro de 2010 10:30

    Prezados Lívio e Damata, peço aos dois para acabar com essa discussão, que se tornou pessoal e não tem nada mais a acrescentar aos demais leitores do blog. Acredito que este seja o sentimento dos demais pluralistas. Conto com a compreensão dos dois, intelectuais maduros e sensatos e que já deram mostras aqui de que prezam pelo nível do debate. abs.

  6. Lívio Oliveira 8 de dezembro de 2010 10:01

    Tsc. Tsc. Tsc.

    O senhor João da Mata mais uma vez erra: não sou promotor de coisa alguma, nem de eventos, nem da Avon…

    Também não sou professor. Longe disso. E tenho respeito pelos bons professores. Muito respeito.

    Outra coisa: não me importo em ser contestado. É isso mesmo que eu quero. Afinal, estou no debate das ideias e possuo uma visão arejada e democrática que se situa sob esse aspecto.

    Mas, desmentido eu nunca fui. O senhor já foi. Muitas vezes. Expressa ou tacitamente. E será muito mais. Muito mais. Mais e mais.

    Homem, basta lembrar que você usou uns versinhos humildes meus, na minha cara e sem nenhum pudor, dizendo que eram de Luís da Câmara Cascudo. E olha que eu nem possuo vínculo familiar. rsrsrs

    Sinceramente, não acredito mais que o senhor estuda muito. Até já quis acreditar nisso. Mas, infelizmente, e dessa única vez, o senhor conseguiu me desmentir.

  7. Lívio Oliveira 8 de dezembro de 2010 9:52

    Oh, Deus meu! O que fazer diante da ignorância e da teimosia contumaz? Nada. Nada mais a fazer. Espero, apenas, que o público leitor do SPlural esteja avisado quanto aos disparates e aleivosias intelectuais do senhor João da Mata Costa.

    Tem mais: argumento de autoridade não serve para mim. Li “Madame Bovary” e possuo edições em português e em francês da obra, inclusive com estudos anexos. Minha “pesquisa” foi, assim, algo quantitativa e qualitativa. E não foi de “ouvir falar”.

    Não quero saber de “curriculum vitae” de seu ninguém. Além disso, gostaria muito de ver honestidade e seriedade intelectuais nos meus contendores.

    Pelo jeito, Dom Quixote continua enfrentando moinhos de vento…

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