Uma cidade leviana

Pela pertinência do comentário do poeta Jarbas Martins transcrevo aqui na pág. principal. O poeta se refere a entrevista do neurocientista Miguel Nicolelis à Tribuna (lá embaixo tem post com link). Desde ontem que comento isso no Twitter.

“Natal é, como sempre disse, uma cidade leviana. Com tudo o que essa palavra implica, inclusive a sua beleza sonora.

E o Rio Grande do Norte o Estado mais silencioso da Federação”.

Comments

There are 2 comments for this article
  1. Laura Diz-Elianne 12 de Julho de 2010 12:14

    Clarice disse q Natal era sem caráter- eu entendi.
    É por ai- leviana.
    Por que?
    Por que uma cidade nordestina, com um povo tão interessante, não me faz feliz? Faz c que me sinta intrusa e sempre quase pedindo desculpas por existir, por ser densa. Só sei viver em profundidade- não suporto relações falsas ou superficiais por conveniência.
    Jamais saberei.
    Não consigo me aproximar de ninguém aqui.
    Cadê o Gustavo- poeta qrdo e amigo- q gosta de mim? SOS, Gu.

  2. Marcos Silva 12 de Julho de 2010 16:35

    Amigos e amigas:

    Relembro de cor um verso de Nei Leandro: “Uma cidade não se abre fácil, como um guarda-chuva, (…)”.
    Cada cidade é mil coisas e outras mil vezes mais.
    Leviana, gostosa, fútil, minuciosa, profunda, etérea… A Natal que conheço não cabe numa definição só.
    Uma cidade apenas leviana não geraria poetas como Jarbas.
    Abraços:

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