Uma Tarde Santa

negra ponta

Caminha na tarde

Tropeçando em vidas e sombras

Aroma satura o AR salobro e

Algas lembram tempos mortos

Casais enlaçam as mãos e

Caminham passos rotos.

Pássaros tangem as cordas do céu

Aquarelando o dia findo

Jovens namorados vagam

Em cristas de risos e línguas

É a hora do Ângelus de Millet

Físico, poeta e professor [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 4 comentários para esta postagem
  1. DAMATA 3 de agosto de 2014 9:13

    Muito feliz com sua visita sempre atenciosa querida Maria Aparecida Bacci. Fico feliz com sua leitura. Tenha um belo Domingo Santo. Beijos

  2. DAMATA 3 de agosto de 2014 9:11

    Muito agradecido pela leitura correta meu querido amigo Danclads. Desde pequeno essas recordações salobras. Abraços

  3. Danclads Lins de Andrade 2 de agosto de 2014 12:20

    Da Mata, poeta, quanto de memórias, quanto de vida tem em teu poema. Lembranças que tornam salobras as emoções.

    Belo, simplesmente belo.

  4. Maria Aparecida Anunciata bacci 1 de agosto de 2014 21:51

    Lindo poema ,nostálgico,lembra as tarde vazias de domingo,dando um frio no estomago, quando se desce de uma montanha russa, e ao mesmo tempo uma sensação de mansidão do entardecer crepuscular,que é só fechar os olhos e sentir.

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