VÍCIO

O ÁLCOOL desce a garganta
Queimando mágoas e dúvidas
Enchendo o vazio que a vida lhe impôs

CHEIRA,
FUMA,
INJETA.

O homem é forte, absoluto,
Dono da verdade terrena
E divina

Desafia os deuses
Quanto mais
Os seus semelhantes

Continua em frente, onipotente,
Mais uma DOSE
Agora já não queima mais

Ridicularizado
Não é mais tão audaz
Fica confuso, obtuso.

Tudo gira em sua cabeça
De repente, cai e dorme.
Finalmente encontrou a paz

Ao amanhecer, nada vê,
Então volta a beber
E vejam, só… Eu sou demais.

Sou artista visual, fiz várias exposições individuais e coletivas, já participei de salões, palestras, seminários, whorshop, projetos culturais, oficinas de arte, intervenções urbana e etc... Escrevi um livro de poemas "Agonia" que é mais pessoal que poético e gosto do portugues escrito de forma simples onde pessoas com menos formação acadêmica tenham condição de ler e entender. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo