Violetas e Pavões

capa“Para quem tem fama de recluso até que ele circula bastante. Está em cada esquina da cidade, tomando nota, ouvindo seus informantes. É um escritor ligado no mundo. Publicou mais de 30 livros, vasos comunicantes da nossa comédia humana, território real quase na periferia do imaginário. É difícil falar de Violetas e Pavões, coletânea de contos de Dalton Trevisan, sem incorporar ao comentário crítico dois de seus livros anteriores: O Maníaco do Olho Verde, de 2008, e Macho Não Ganha Flor, de 2006 (todos lançados pela Record). Digo isso porque as histórias se ramificam, se comunicam, se conectam em conjunto e, sob a aparente diferença dos volumes individuais, oculta-se uma ficção armada em rede, um romance invisível. Não é possível falar em ciclos, séries, relações de subordinação. O realismo de Dalton, um curitibano de 84 anos, parece se estruturar segundo circuitos de reciprocidade, onde versões complementares e/ou contraditórias sugerem novas combinações de leitura.”

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